Cultura e Entretenimento

Fatos inusitados sobre o Titanic

O que nem Deus poderia afundar, como consta ter dito o tal marinheiro à senhora Albert Caldewell.

O RMS Titanic foi um navio de passageiros britânico operado pela White Star Line e construído pelos estaleiros da Harland and Wolff, em Belfast. Foi a segunda embarcação da Classe Olympic de transatlânticos, depois do RMS Olympic e seguido pelo HMHS Britannic.

Habitando o fundo do Oceano Atlântico, próximo ao Canadá, há mais de cem anos, o Titanic começou a se deteriorar. Enquanto parte do navio está em boas condições, o setor que comportava os alojamentos dos oficiais da tripulação, incluindo a cabine do capitão, está sofrendo o efeito da corrosão causada pela salinidade da água e pelas bactérias que se alimentam de metais. Os pesquisadores já avisaram que a desintegração natural do navio não vai parar, e o próximo setor a ser corroído é o dos grandes salões.

O iceberg que causou o rompimento do casco do Titanic estava na região há mais de 2 mil anos. E, segundo estudos, o encontro dos dois poderia ter sido evitado caso o Capitão Edward J. Smith tivesse recebido o alerta de iceberg 30 segundos antes do tardio aviso. O choque com o gelo danificou de seis a sete estanques dianteiros. Quando o navio foi projeto, as medidas de segurança previam que ele aguentaria navegar com até quatro estanques danificados. Até hoje, o incidente com o Titanic é o único caso de um navio afundado após colisão com um iceberg.

O Titanic naufragou em abril de 1912. A embarcação era extremamente luxuosa e levava aproximadamente 2.224 passageiros e tripulantes. No acidente, 1.500 pessoas morreram, foi uma das maiores tragédias de todos os tempos.

Entre os 700 sobreviventes, a maioria fazia parte da primeira classe, ou seja, era formada pelos ricos que estavam a bordo do Titanic. Estimativas indicam que 61% dos sobreviventes eram da primeira classe.

O navio partiu de Southampton, na Inglaterra, e seguia para Nova York, nos Estados Unidos. A última sobrevivente do desastre foi Millvina Dean, que tinha apenas dois meses quando o acidente aconteceu. Millvina morreu em 2009, aos 97 anos de idade.

A primeira pessoa a avistar o iceberg que foi responsável pelo naufrágio do Titanic foi o marinheiro britânico, Frederick Fleet. Foi ele quem anunciou o acidente, às 11h30 da noite. O marinheiro sobreviveu ao naufrágio.

O naufrágio do Titanic aconteceu em 15 de abril de 1912, na viagem inaugural. O navio afundou em poucas horas, após bater em um iceberg. De acordo com sobreviventes, o tempo total da batida até o completo naufrágio do navio foi de duas horas e quarenta minutos.

A água tomou conta dos seis compartimentos do navio. Entre os sobreviventes, estavam dois cachorros.

Mesmo após 73 anos do acidente, destroços do navio ainda eram encontrados por equipes de pesquisa. O Titanic afundou a 600 km da costa de Newfoundland e seus destroços foram achados a 4 km de profundidade no mar.

Outra curiosidade intrigante sobre a história do Titanic é que ele foi o único transatlântico da história a afundar por causa de um iceberg. No momento do acidente, a temperatura da água era de -2 °C. Dessa forma, muitas pessoas morreram de hipotermia em menos de 15 minutos.

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Vale dizer que, no momento do acidente, o Titanic viajava em sua velocidade máxima, mesmo com os avisos de iceberg na região. O navio possuía apenas 20 barcos salva-vidas.

Se apenas quatro compartimentos do Titanic enchessem de água, o navio não afundaria, porém seis deles foram inundados.

Treze casais estavam comemorando a lua de mel a bordo da embarcação.

Os destroços do navio só foram encontrados 73 anos depois, em 1985, a cerca de 600 km da costa de Newfoundland e a quase 4 km abaixo do nível do mar.

Existiu um sobrevivente japonês do Titanic, mas quando retornou à sua terra natal foi chamado de covarde pois deveria ter morrido com os outros passageiros

Muitos dos barcos salva-vidas não estavam com a sua capacidade máxima de pessoas a bordo. Se estivessem, seria possível salvar 53,4% dos passageiros, mas apenas 31,6% deles sobreviveram.

O filme de James Cameron baseado na tragédia teve um custo de produção maior que a construção da embarcação.

Havia um treinamento de emergência marcado com os passageiros para a mesma data em que o navio afundou, mas o capitão por algum motivo resolveu cancelar. Se o treinamento agendado realmente tivesse acontecido, provavelmente mais pessoas teriam sido salvas.

Nas imagens do navio é possível ver quatro chaminés, porém só três delas funcionavam de verdade. A quarta chaminé era meramente decorativa.

Estima-se que o iceberg que causou o desastre do Titanic em 1912 tenha começado a se formar em 1000 A.C.

Se o alerta sobre o iceberg chegasse pelo menos 30 segundos antes, teria sido possível evitar a colisão.

Assim como acontece no filme, os músicos do navio realmente continuaram tocando por mais de duas horas enquanto o navio afundava, na tentativa de acalmar os passageiros.

Charles Joughin trabalhava na cozinha do navio e conseguiu sobreviver na água por duas horas em temperaturas abaixo de zero porque tinha bebido muito whisky antes do naufrágio, o que manteve seu corpo aquecido tempo suficiente para o resgate.

A embarcação mais próxima do Titanic naquela noite era o SS Californian, mas o navio falhou em responder os chamados de resgate. Quando a tripulação finalmente recebeu as mensagens de socorro, o Carpathia já havia resgatado os sobreviventes. Se o Californian tivesse prontamente respondido os pedidos de socorro, mais pessoas teriam sobrevivido.

Daniel Buckley foi um dos sobreviventes, mas só conseguiu partir em um barco que seria prioritário para mulheres e crianças porque uma das passageiras jogou um xale sobre sua cabeça e ele conseguiu fingir que era do gênero oposto.

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Teoria da Conspiração

Como toda grande tragédia da humanidade, o naufrágio do Titanic também tem algumas teorias da conspiração girando ao seu redor. A mais famosa diz que não foi o Titanic que afundou, mas sim o Olympic, um navio “irmão” mais velho que o Titanic. Essa teoria foi levantada por Robin Gardiner, autor do livro Titanic: O Navio Que Nunca Afundou. Segundo Robin, a White Star Line, companhia dona das duas embarcações, estava à beira da falência e não poderia arcar com os custos de reforma – não cobertos pelo seguro – que o Olympic precisava depois de ter sofrido uma colisão na Ilha de Wight, que danificou sua quilha. Então, visando conseguir o dinheiro do seguro de um navio novinho em folha, a companhia teria feito um reparo desleixado no Olympic para que ele afundasse e a White Star Line recebesse uma enorme quantia do seguro. Gardiner afirma ainda que o Titanic teria sido usado pela empresa por anos e anos sob o nome do Olympic, chegando até a ser usado na Primeira Guerra Mundial, antes de ser aposentado em 1935 e desmontado em 1936.