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KombiMania - Fatos e Fotos da Kombi ao redor do mundo

Tudo que o admirador apaixonado pela Kombi sempre quiz saber

Ela surgiu em um esboço, em 1943, e passou a ser fabricada no Brasil em 1957. É a Kombi, o utilitário mais famoso do mundo e um dos modelos da Volkswagen com maior número de fãs.
A Kombi foi anunciada em 8 de março de 1949 e começou a ser produzida na Alemanha em 1950, com a carroceria em monobloco, suspensão do Fusca reforçada e motor traseiro refrigerado a ar com apenas 25 CV de potência.

Mais conhecido por ajudar os hippies e surfistas da década de 1960 a perseguir o verão sem fim onde quer que o levasse, o furgão - que desfrutou de uma infinidade de atualizações e revisões ao longo dos anos - alcançou status de culto graças ao seu charme, boa aparência capas dos álbuns de Bob Dylan e Beach Boys) e sua durabilidade.

No Brasil, ela começou a ser vendida ainda em 1950 pela Brasmotor, que montava o carro com peças importadas da Alemanha. As primeiras unidades brasileiras foram produzidas a partir de 2 de setembro de 1957 na fábrica da Volkswagen de São Bernardo do Campo (SP), com 50% de nacionalização.

Formalmente conhecido como Volkswagen Tipo 2, (tradução completa: Kombinationskraftwagen, ou "veículo a motor combinado"), a van Kombi passa por dezenas de pseudônimos, construídos em torno de seus papéis em milhões de vidas. Os próprios alemães os chamam de "VW-Buses". No Peru, o apelido Combi Asesina é traduzido como Deadly Combi, em reconhecimento às táticas de tráfego notoriamente cruéis dos motoristas de ônibus da cidade. Em Portugal, o termo Pão-de-Forma é uma referência a essa forma de corpo pouco atraente.

Os Kombis começaram com pára-brisas divididos, com o objetivo de criar um leve toque para melhorar sua aerodinâmica atroz. Em 1962, havia versões ute, embora, é claro, a palavra "ute" não seja uma referência automotiva ao conversar com alemães, mas o nome de seu cantor de cabaré favorito, Ute Lemper, que nem nasceu até 1963.

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Todo mundo teve a chance de desvendar o conceito, desde o Ford Econoline, nos EUA, até o Renault Estafette, na França, e o japonês Toyota Liteace. Enquanto isso, as conversões Kombi estavam disponíveis para tudo, desde vans refrigeradas a carros funerários, ambulâncias, vans policiais, carros de bombeiros (procure-os - eles são ridiculamente fofos ) e vans campistas. Um modelo americano chamado Samba tinha nada menos que 23 janelas.

No resto do mundo, a Kombi, conhecida como Transporter e outros nomes, teve cinco gerações de design, chamadas de T1 (à direita na foto), T2, T3, T4 e T5 (à esquerda). Somente os modelos T1 (Corujinha) e T2 (Clipper) foram fabricados no Brasil. Na Alemanha, o modelo Clipper, que sobreviveu por aqui até 2013, foi abandonado em 1979.

A música "Down Under", sucesso da banda australiana Men At Work de 1981, faz uma homenagem ao carro nos versos "Travelling in a fried-out Kombi / On a hippie trail, head full of zombie" (Viajando em uma Kombi capenga / Numa trilha hippie, cabeça cheia de maconha)

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E a lenda não morreu quando uma fábrica brasileira produziu o último Kombi em 2013 - fãs e amadores em todos os cantos do globo dedicaram suas vidas não apenas a manter esses veículos clássicos em movimento, mas também a personalizá-los e torná-los perfeitos. -los nas máquinas ao ar livre final.

Certa vez, sentei-me em um estacionamento varrido pela chuva em uma praia de Phillip Island e vi um bando de amigos bebendo em torno de uma fogueira ... dentro do Kombi. Provavelmente isso não é o ideal, mas reforça o ponto: há felicidade em ser encontrada nessas máquinas malucas.