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Tipos de inteligência

 
A inteligência criativa refere-se à atividade inventiva, a capacidade do indivíduo criar algo que não existe para sua sobrevivência, significa ter um pensamento original. A criatividade se exprime de diferentes maneiras e uma das mais importantes na etapa adulta, é a capacidade de dar diferentes respostas perante às situações da vida.

A inteligência tecnológica compreende a utilização de ferramentas para usar no seu ambiente. A inteligência reprodutiva significa saber lidar com esquemas seqüenciais, com algarismos. A inteligência emocional é saber lidar com suas próprias emoções e de outrem e saber orientar pensamentos e ações na vida social, envolve empatia, autoconhecimento, automotivação e autovalorização. Inteligência social é ter capacidade de conhecer as regras sociais, saber como os comportamentos devem ser.

Pesquisadores afirmam que todas as habilidades intelectuais utilizam uma capacidade intelectual geral, mas também recorrem a habilidades especializadas dependendo da tarefa. Existem duas dessas habilidades:

A inteligência fluída que é a capacidade da pessoa resolver problemas, sobretudo problemas novos. Inclui o raciocínio lógico e a formação de conceitos. É a capacidade de resolver problemas não necessitam de instruções e de fatores sócio-culturais. Seu funcionamento é influenciado por mecanismos biológicos.

A inteligência cristalizada envolve conhecimentos que a pessoa adquiriu durante a vida. A pessoa é capaz de resolver problemas com base em experiências e conhecimentos existentes. Tanto problemas de origem práticas ou morais. É influenciada pelas questões sócio-culturais e podem desenvolver-se com a idade. Podem apresentar progressos. É fruto das nossas práticas culturais. São formas de pensamentos complexos e sofisticados que a pessoa aprimorou ao longo da vida. Podemos chamar de sabedoria.

A sabedoria se desenvolve numa vida rica em estímulos e experiências em associação com elementos motivacionais, sociais e de personalidade. A inteligência cristalizada e a sabedoria dependem da integração de funções biológicas e de experiência sociocultural. O aumento de "estoque" de conhecimento pode facilitar o desempenho intelectual na vida adulta e na velhice.

A possibilidade de viver uma velhice normal, saudável e alcançar sabedoria é descrita em termos de poder vivê-la bem. Consiste em obter melhores resultados das capacidades que se tem. Porém, envelhecer bem depende das chances do indivíduo usufruir de condições adequadas de educação, urbanização, habitação, saúde e trabalho durante todo o seu curso de vida. É evidente que essa adequação é relativo às estruturas e valores vigentes numa sociedade. Portanto, mudanças no desenvolvimento intelectual na velhice podem ocorrer de modo diferente para diferentes pessoas. Deve-se na medida do possível dar continuidade às habilidades intelectuais ao longo da vida, recuperando os déficits, otimizando os talentos e compensando capacidades para preservar o potencial para o desenvolvimento.

 

 

 


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