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A censura aos artistas em três quadras das Centúrias de Nostradamus.
Por: Prof. Dr. Jayro Luna (Jairo Nogueira Luna)

O famoso livro sibilino, Profecias de Nostradamus, é daqueles que tem sido ao longo do tempo objeto das mais polêmicas e disparatadas interpretações. Livro de caráter profético, escrito em quadras herméticas repletas de simbologias místicas, a interpretação de suas quadras resultou num conjunto de obras das mais variadas intenções e naturezas. Obras como as de Pierre V. Piobb (O Segredo das Centúrias de Nostradamus), Érika Cheetham (As Profecias de Nostradamus), Márquez da Cruz (Profecias de Nostradamus e de Outros Videntes), Valério Evangelisti (Magus: O Presságio: Fantástica História de Nostradamus), John Hogue (Nostradamus e o Milênio: Predições do Futuro), ou ainda uma ópera rock (Nikolo Kotzevs - Nostradamus) compõem esse diversificado e rico acervo, que inclui documentários de televisão, filmes para o cinema, etc.
Eu, como curioso das ciências ditas ocultas ou esotéricas, com especial apreço pela Numerologia, pela Cabala, pela Astronomia e que tenho admiração pelas religiões antigas e pelas de origem afro (Candomblé, Umbanda - esta, legitimamente, afro-brasileira) e pelas interpretações antropológicas e históricas do Cristianismo, além de um inolvidável interesse pela maçonaria, espiritismo e outras seitas místico-religiosas oriundas do Velho Mundo, afora as pesquisas que já fiz pela mitologia asiática, não pude me furtar, por vezes, ao desejo de ler as quadras de Nostradamus como quem busca ali entendê-las, decifrá-las, o que é natural em relação a este tipo de texto. Desenvolvi um método próprio, muito pessoal (parte dele, ou alguns indícios dele, explico em capítulo de meu livro de poesias e textos diversos Florilégio de Alfarrábio, 2002).
No presente e breve texto, apresento uma leitura, segundo esses princípios próprios de interpretação, de três quadras das centúrias. São elas: Quadra XVIII da Centúria IV; Quadra LIII da Centúria V e XCVI desta mesma V Centúria. Transcrevo-as a seguir no original e segundo a tradução de António da Silva Lopes:

Est. XVIII, IV Cent.:
Des plus lettrez dessus les faicts celestes
Seront par Princes ignorans reprouvez :
Punis d’Edict, chassez, comme scelestes,
Et mis à mort lá où seront trouvez.

Dos mais letrados de cima os feitos celestes
Serão por Príncipes ignorantes reprovados:
Punidos por Édito, expulsos, como celerados,
E postos à morte lá onde forem encontrados.

Est. LIII, V Cent.:
La loy dy Sol & Venus contendus
Appropriant l’esprit de prophetie,
Ne l’un ne l’un ne l’autre ne seront entendus,
Par Sol tiendra la loy du grand Messie.

A lei do Sol e Vênus contendidos
Apropriando o espírito de profecia,
Nem um nem outro serão entendidos,
Por Sol se manterá a lei do grande Messias.

Est. XCVI, V Cent.:
Sur le milieu du grand monde la rose,
Pour nouveaux faicts sang public espandu :
A dire vray on aura bouche close,
Lors au besoing viendra tard l’atendu.

No meio do grande mundo a rosa,
Para novos feitos sangue público derramado:
Para falar verdade ter-se-á boca fechada,
Então se for preciso virá tarde o aguardado.

Para Érika Cheetam, a quadra XVIII da Centúria IV é uma referência às atrocidades cometidas pela Inquisição em nome da Fé:

“Notam-se resquícios da Inquisição nestes versos. Na realidade, os astrólogos não foram tão duramente perseguidos depois da morte de Nostradamus como no século anterior. É possível também que ele se referisse à caça às bruxas que assolou a Europa e só mais tarde amainou. Nostradamus foi convocado a depor diante do tribunal da Inquisição em Toulouse e teve que desaparecer durante algum tempo.”
(CHEETAM: 1983, P. 215)

Com efeito, esta quadra é de uma clareza quase impressionante em termos de censura e repressão. Se pensamos no próprio autor, Nostradamus sofreu com a perseguição da Inquisição e sabia como seu conhecimento era considerado proibido e, para muitos religiosos, de natureza demoníaca. A quadra pode se referir a inúmeros episódios da história da humanidade posteriores à época de Nostradamus e, mais ainda, a diversos lugares do mundo. As ditaduras - sejam de esquerda ou de direita, fascistas, marxistas ou capitalistas - tiveram e têm como prática constante a perseguição aos dissidentes, não apenas políticos, mas também e com grande furor, aos artistas (poetas, pintores, romancistas, dramaturgos) e assim também como aos jornalistas e à liberdade de imprensa. Salazar em Portugal (1926 - 1974), Franco na Espanha (1939-1975), Stalin na extinta União Soviética (1930-1953), Nicolau Ceaucescu na Romênia (1965 - 1989), o clã dos Somoza na Nicarágua (1936-1979), Saddam Hussein no Iraque (1979 - 2003) apenas para ficarmos em alguns exemplos do século XX. Não precisamos buscar exemplos assim tão explícitos de ditadura, podemos encontrar aspectos semelhantes na “caça às bruxas” movida pelo governo norte-americano no período do chamada Mcartismo, ou a ditadura populista de Getúlio Vargas no Brasil, e para ficarmos no nosso caso, o período da ditadura militar em que a repressão ganhou contornos das mais terríveis ditaduras de repressão à liberdade de expressão (1964-1978). Ainda na América do Sul, ditaduras no Chile, na Bolívia, no Peru e na Argentina, primaram pela perseguição aos opositores, aos artistas, aos jornalistas. Assim, a quadra de Nostradamus cabe perfeitamente bem em qualquer um desses casos, inclusive na França, por exemplo, no período entre a Revolução Francesa e o Império Napoleônico.
Claro que é possível, em se querendo prestar crédito aos poderes proféticos do autor dessa quadra, que ele devia estar se referindo a algo particular, um caso específico e não geral, que não obstante, serve de exemplo aos demais, em gênero, número e grau. A tarefa de decifrar e de encontrar esse período específico, esse caso singular que se refere ao geral como exemplo, envolve às mais diferentes técnicas e estratégias esotéricas e intertextuais.
Para a estrofe LIII da V Centúria Érika Cheetam apresenta a seguinte interpretação:

“O Sol representa aqui a cristandade e Vênus, o Islã. Esta quadra reafirma o desejo de Nostradamus de ver o cristianismo governando o mundo. Infelizmente esta é uma das quadras que, parece, nunca se realizarão.”
(CHEETAM: 1983, p. 282)

Outro intérprete de Nostradamus, Ettore Cheynet em seu livro Nostradamus e o Inquietante Futuro (1987), apresenta uma interpretação próxima a de Cheetam:

“Haverá, pois, uma lei solar e uma lei de Vênus, que estarão em oposição, e ambas pouco seguidas. Adequando-se ao espírito da profecia: é preciso interpretar ao pé da letra. A lei do sol penderá para a antiga religião cristã.”
(CHEYNET: 1987, p. 112)

P.V. Piobb em seu O Segredo das Profecias de Nostradamus demonstra engenhosamente os artifícios com que é possível aplicar elementos astrológicos na interpretação dessas quadras. De fato, não é possível negligenciar a aplicabilidade de estratégias engenhosas de astrologia no processo de decifrar o texto. Para nós as referências no primeiro verso dessa quadra ao Sol e a Vênus superam a relação cristianismo/islamismo.
Se pensarmos no âmbito da Astrologia, Sol e Vênus contendidos (em oposição), o que é uma situação astrologicamente impossível, uma vez que Vênus nunca está além de 46.° do Sol. Assim, parece que se desautoriza em falarmos em elementos astrológico nessa estrofe, mas reside justamente aí um dos principais fatores herméticos do texto de Nostradamus, qual seja, o de colocar à vista elementos surpreendentes que podem parecer acima de qualquer suspeita ou possibilidade de relação. Se lemos toda a estrofe nesse contexto astrológico, podemos entender que ela nos fala que existe uma lei pela qual Sol e Vênus não podem entrar em oposição, e que se isso um dia ocorresse, os homens não conseguiriam entender o céu ou arrumar explicação para o evento, seria um evento catastrófico de grandeza sideral (apocalíptico) e que, portanto, mantém-se essa lei como uma lei que garante a eternidade ou a permanência das palavras do “Grande Messias” (Cristo?!). Se, por outro lado, agora pensamos no significado simbólico religioso que autores como Érika Cheetam e Ettore Cheyenet costumam aplicar a esta quadra, podemos perceber agora que ele não fala propriamente da guerra contínua entre cristãos e muçulmanos (desde antes das Cruzadas até os dias atuais), mas sim, o contrário, de que é a existência dessa oposição que se contrapõe ao que o próprio céu ensina: de que Vênus e o Sol estão próximos, quase que em constante conjunção. Assim, a rota da felicidade na Terra é aprender com o Céu (lembremos do que nos ensina o Padre António Vieira no seu belíssimo “Sermão da Sexagésima” quando usa a metáfora do xadrez de estrelas para se referir ao discurso das palavras!). Aproveitando-me ainda da lição de António Vieira, o grande messias pode ser entendido, nesse caso, como o Céu:

“Já que falo contra os estilos modernos, quero alegar por mim o estilo do mais antigo pregador que no Mundo. E qual foi ele? - O mais antigo pregador que houve no Mundo foi o Céu. Coeli enarrant gloriam Dei et opera manuum ejus annuntiat Firmamentum - Diz Davi.”
(VIEIRA: 1968, p. 105)

Dito isto, convém lembrar a importância capital que se descobriu existir do planeta Vênus no calendário maia, povo cuja astronomia foi, sem dúvida, das mais desenvolvidas e exatas dentre os povos antigos.

“De modo geral, todos concordam que a Contagem Longa [dos Maias] começou com um evento conhecido como o nascimento de Vênus, em 12 de agosto de 3114 a.C. Foi tão importante para os maias, que estes o empregaram como a base de seu calendário, mais ou menos como usamos o nascimento de Jesus para o nosso. Förstemann, o bibliotecário de Dresden, e outros mostraram que os maias usavam os ciclos de Vênus para estabelecer longos períodos de tempo. (...) [E três páginas adiante] Como o calendário maia assinala a data de 22 de dezembro de 2012 como o final da era atual - quando, segundo os maias, devemos esperar algum tipo de catástrofe -, seria isso uma antecipação do que está por acontecer?”
(GILBERT & COTERREL: 1999, p. 185-188)

Adrian Gilbert e Maurice M. Cotterell em um polêmico, mas instigante, estudo (As Profecias Maias) levantam a tese de que existe uma correlação entre o ciclo venusiano do calendário maia e o ciclo das manchas solares de modo que o início ou término desses ciclos coincidem e que os Maias de alguma forma intuíram essa ligação. Evidentemente o período de máxima atividade das manchas solares tem sido associado a uma seqüência de eventos atmosféricos, geológicos e climatológicos na Terra. Esses ciclos combinam a cada 5.125 anos de forma drástica, de modo que é o momento em que o Sol teria uma modificação no seu pólo magnético de tal magnitude que levaria a modificações graves na atmosfera, no clima e no relevo de todos os planetas do Sistema Solar e, no nosso caso, em especial, a Terra. Desse modo o verso primeiro da quadra referida de Nostradamus também pode ser entendido como uma forma que o mago encontrou para profetizar acerca da conturbada relação entre os ciclos venusianos e solares, tanto no âmbito da humanidade, quanto no âmbito celeste.
Por fim a respeito dessa quadra, convém observar que Vênus e o Sol têm na mitologia européia e em especial, na greco-latina, uma significação específica. Vênus (que é associada à Afrodite grega e ainda, à Astarte oriental), deusa da fertilidade e do amor e por extensão da sensualidade e da feminilidade, que teve em poetas clássicos antigos, cujo exemplo mais significativo parece ser Safo de Lesbos, a tematização constante de seus dotes, é também uma figura ou divindade mitológica que tem um temperamento impulsivo. Já o Sol associado a figuras mitológicas como Hélio e Apolo, é aquele que tudo vê, pois tudo ilumina.
Nietzsche via uma oposição significativa entre Apolo e Dioniso - este, o deus instintivo, erótico, liberalizador da consciência. O princípio apolíneo seria a base do pensamento socrático e que sustenta a ordem política, religiosa e social da sociedade ocidental, ao passo que Dioniso representaria o passado remoto em que o instinto se sobrepunha, em muitos casos, à racionalidade. Nesse âmbito, podemos ver também uma oposição entre os eixos Apolo/Hélio e Vênus/Dioniso. Mas, voltando ao princípio dessa nossa interpretação acerca do Sol e de Vênus, essa oposição representaria o caos, o cataclisma, o apocalipse e que para superá-la é preciso compreender que se o Sol é a razão e Vênus o amor, a paixão, que existe uma razão no Amor (Vide o “Hino à Razão” de Antero de Quental) e um amor à Razão. Somente constante proximidade entre o princípio venusiano e o princípio solar pode garantir a unidade e a harmonia necessárias à humanidade para compreensão e superação de seus impasses.
A terceira quadra que nos propomos analisar tem a seguinte interpretação para Curtis Masil em seu As Centúrias de Nostradamus (1987):

“Mensagem mística, sem dúvida. A rosa é a chave. Irradia a verdade, não a de uns, mas a de todos. A liberdade de expressão irá desaparecer por uns tempos da face do mundo. Depois, sim, há de chegar, ainda que tarde, um salvador. Porque se trata de uma quadra mística, a rosa, no entanto, não é política, não é socialista tampouco. É o que é: uma rosa, apenas. Quem lê entenda!”
(MASIL:1987, p. 148)

Como escritor esotérico, Masil adota o estilo lacônico, elíptico, de forma que deixa no ar o significado da rosa encontrado por ele na leitura da quadra. Umberto Eco, no seu mais famoso romance, O Nome da Rosa, já trabalhara o conceito medieval da rosa. Algumas incongruências, no entanto, permanecem na interpretação de Masil, como a distinção entre “política” e “socialista”, o que de certo modo não se sustenta, bem como que a significação mística se oporia a estas, o que não também, do ponto de vista dos estudos sociológicos, antropológicos e culturais também não se verifica.
Érika Cheetam, a respeito dessa quadra, se cala, e apresenta apenas uma tradução livre e lacônica da quadra.
José García Alvarez assina matéria colocada na Internet (http://relatoscortos.com) em que interpreta algumas das quadras de Nostradamus, e com relação a esta em particular escreve:

“SANGRIENTOS ACONTECIMIENTOS SOCIALES: (...)Desde los años 70 en adelante, en que sobre la mitad del mundo gobernará el partido socialista, el de la rosa, por nuevos hechos trágicos, como atentados terroristas, accidentes de todo tipo, masacres deportivas, asesinatos de psicópatas, pruebas secretas militares, la sangre pública será expandida: Pero, a decir verdad, prácticamente, sobre todo esto los gobiernos del mundo tendrán la boca cerrada. Es entonces, más adelante, en la necesidad, cuando verán sus errores, pero vendrá tarde para ellos, el esperado Jesús el Hijo del Hombre.”
(ALVAREZ: Internet, 2005)

A polêmica relação entre socialismo ligado à repressão ditatorial e de outro o cristianismo ligado à liberdade, tem implicações ideológicas das mais conflitantes e questionáveis. E Tadd Mann em Millennium Prophecies, baseando-se numa interpretação de Edgar Cayce, comenta:

“Century V,96 refers either the 'Third Antichrist' or to 'The Three' being killed by the Antichrist, and could therefore be a reference to the three initial republics making a coalition following the breakdown of the USSR in the early 1990s, and being responsible in some way for creating conditions for the arrival of the Antichrist.”
(MANN: 1992).

Mann aponta esse período de repressão como se referindo aos regimes ditatoriais mantidos sob os auspícios da famosa cortina de ferro e do protetorado que a URSS exercia sobre o leste europeu. A queda do muro de Berlim e a derrocada da União Soviética representariam a conquista da liberdade de expressão.
Do meu ponto de vista, assim como fizemos com a quadra XVIII, IV Centúria, aqui existe uma gama de possibilidades interpretativas. A História nos permite uma grande quantidade de datas e eventos que se relacionam a isso: um período de repressão, de censura, de perseguições que sucumbe por fim, quando se abre novamente as portas da liberdade. A “boca fechada”, “o sangue público” são expressões incontestes desse significado. Por outro lado, dois elementos nessa estrofe me chamam a atenção. O primeiro é a rosa, essa que está no “meio do mundo” e o segundo é o “aguardado” que virá ainda que tarde para libertar o povo.
O signo do “aguardado”, do esperado, daquele que virá pode ser encontrado nas mais diferentes acepções na história da humanidade. Desde Cristo e a epifania dos reis magos, passando por outros como Dom Sebastião em Portugal e no sertão do Brasil, encontramos também no discurso pseudo-profético de um fanático como Antônio Conselheiro, mas podemos também relacionar simbolicamente com outras figuras bem distintas do sentido messiânico, como Júlio Prestes ou Che Guevara ou ainda, Tiradentes e os inconfidentes (“Libertas quae sera tamen”). Esse aguardado, esse esperado pode, ao final das contas, ser qualquer um que se predisponha à luta pela liberdade diante de um estado repressivo e tirano, pode ser um poeta como Pablo Neruda (Chile), Giorgios Seferis (Grécia), entre tantos, ou um músico como Geraldo Vandré (no Brasil), Victor Jará (Chile), p.ex., o que define essa figura simbólica não é propriamente a sua condição profética ou messiânica, mas sim, sua condição de luta pela liberdade.
O signo da “rosa”, por fim, tem aspecto ambíguo. É claro que pode se referir como símbolo desse estado ditatorial, daí o fato de alguns ligarem ao socialismo e por extensão às ditaduras que se mantiveram sobre uma falsa aparência socialista. Mas por outro lado, se lemos a quadra com menos impulso ideológico determinado e contaminado, podemos ver que a rosa não é o signo do estado repressivo, mas antes que ela é a esperança colocada no deserto, no meio do mundo, e que representa com o seu florescimento a luta contra a ditadura. A rosa, em questão, pode ser a obra do artista. Essa é a obra que se produz sob o sangue derramado, é a luta desigual concretizada no engajamento artístico contra a opressão.
No nosso entender, nessas e em várias outras quadras das centúrias de Nostradamus vemos um autor que hermetiza em seus símbolos uma condição que o próprio autor passou, a de ter que falar por meandros, por figuras, por metáforas e alegorias diversas para poder passar uma mensagem não simplesmente apocalíptica, fatalista, derrotista dos destinos da humanidade, mas sim, para falar da esperança e dos caminhos que podem levar à superação e modificação de um estado de coisas conflitantes.
© Jayro Luna, 2005.


Referências Bibliográficas:

ÁLVAREZ, José García. Artigo na Internet “Nostradamus Y La Actualidade” em: http://relatoscortos.com.
CHEETAM, Érika. As Profecias de Nostradamus. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1983.
CHEYNET, Ettore. Nostradamus e o Inquietante Futuro. São Paulo, Círculo do Livro, 1987.
GILBERT, Adrian & COTTERELL, Maurice M. As Profecias Mais. Rio de Janeiro, Nova Era, 1999.
MANN, Tadd. Millenium Prophecies. Element Books, 1992.
MASIL, Curtis. As Centúrias de Nostradamus. Rio de Janeiro, Ediouro, 1987.
NOSTRADAMUS. Profecias (tradução: Antônio da Silva Lopes). Lisboa, Vega, 1978.
PIOBB, P.V. O Segredo de Nostradamus. Rio de Janeiro, Editora Três, 1973.
VIEIRA, António. Sermões e Cartas. Rio de Janeiro, Agir, 1968.

 


 


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