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Esse, com certeza, não existe!
Alfredo Bernacchi


Os japoneses haviam atacado Pearl Harbour, quando eu nasci. Minha avó materna era católica fervorosa e a paterna era espírita.

-- Ah, meu Santo Antônio!... Me ajude a encontrar o carretel de linha!... Obrigado, Santo Antônio!... Já encontrei!...

Enquanto por parte de pai, eu era levado para tomar passes do índio Aracati, que já baixava assobiando e rodando.

Fui batizado, crismado e consagrado ao Sagrado Coração de Jesus, mas aos 8 anos eu me perguntava:

Que negócio é esse, afinal? E um dia, me pendurei na pontinha dos pés, quase caindo, e disse:

-- Deus, se você existe, prove, me derrubando daqui.— Evidente que nada aconteceu, para a minha primeira decepção. Mesmo assim, anos mais tarde eu fiz a primeira comunhão e sujei a roupa toda numa briga na rua no mesmo dia. -- Que pecado!...-- Elas diziam!... E assim cresci, olhando para a figura do Anjo da Guarda, com aquelas enormes asas, protegendo duas criancinhas na travessia de uma ponte rústica, que puseram na cabeceira da minha cama.

Já jovem, fui convidado a tomar uns passes num centro espírita próximo da minha casa, e por lá fiquei, sempre curioso com tudo aquilo. Fazia desafios, como não falar o que queria. Apenas pensar. E de fato vi coisas surpreendentes. Os caras adivinhavam tudo e me diziam coisas muito interessantes. Um belo dia, ofereci o meu corpo para ser tomado por um espírito qualquer. Todos tinham algum tipo de “protetor” que baixava. Eu devia ter um também.

Nova decepção. Apesar dos esforços dos médiuns, nada acontecia e eu escutava sempre a mesma coisa:

-- “Suncê” tem um espírito muito “fromoso”... Espírito de luz...

Mesmo assim, duas coisas aconteceram na minha cabeça. Primeira: Achei que havia espíritos malignos e, naturalmente, o chefe deles. O que chamavam de Satanás. E por conseguinte, pela própria lei dos opostos da natureza, deveria haver anjos e o chefe deles. O que chamavam de Deus. A segunda coisa foi que nada significaram pra mim. Em nada me ajudaram, em nada me atrapalharam. Deu-me a forte impressão de que eu era mais forte, poderoso e capaz, do que todos aqueles velhos curvados e aqueles índios analfabetos e aquelas crianças apatetadas e aquelas pombas giras enganadoras. Mas faltava encontrar o poderoso chefe. O maior. Deus. Seria esse mais forte do que eu? De fato tudo aquilo que diziam? Onipotente, onisciente etc? E assim, aos vinte e poucos anos, fui parar numa igreja Presbiteriana. Por causa de uma garota que lá havia.

Sob aquela música suave do coro, os apelos do pastor me envolveram e um arrepio passou como um raio pelo meu corpo. Eu tive coragem e levantei o braço, convicto de que, finalmente, havia encontrado algo poderoso, que tocou o meu íntimo com evidente nitidez. O Espírito Santo, eles diziam. Foi dia de festa, todos me cumprimentavam pela façanha, sorridentes, amáveis, alegres...

Na semana seguinte, veio a explicação: Uma cartela com doze prestações para pagar. Era o dízimo. Eu havia me tornado um membro de igreja!... E assim veio a minha terceira decepção. Não sou bobo. Nunca fui bobo. O castelo havia desabado na minha frente. Homens! Ah,seres humanos!...

Resolvi o seguinte: Se de fato Deus existia e estava ali, naquela comunidade, eu iria servi-lo, mas não aos homens. E assim sendo, nunca paguei um tostão daquela acintosa cartela, mas trabalhei e trabalhei muito pela “obra do Senhor”. Assim foi que me tornei líder da mocidade e fugi com a filha menor de um presbítero. Minha primeira esposa. Num momento difícil pra mim, jovem e inexperiente, quando precisava de muito apoio, para estabilizar aquela situação, sofri muitas críticas e punições. Com certeza, Deus me compreendia, pois era testemunha da minha boa intenção e da intransigência do pai dela, mas os homens?!... Ah... Os homens das igrejas não prestam... Como julgam!... Como condenam sem saber o que fazem. Como eram tão mesquinhos e pequenos, diante de mim. Que escândalo fizeram, de uma coisa tão simples!... Dois jovens que se amam e queriam se casar. Só isso!... Como me arrependi de dar satisfações da minha privacidade, dos meus motivos pessoais. Debocharam. Devassaram a minha intimidade e eu permiti... Um pastor chegou a visitar a minha mulher de 15 anos, na minha ausência, e sugerir que ela, a partir dali, devia me pedir dinheiro... Um pastor!...

Bem eu era casado com uma evangélica, de família evangélica. Eu casei com o evangelho e assim segui a minha vida, de igreja em igreja, metodistas, batistas, presbiterianas, comunidades, assembléias, Testemunhas de Jeová, Universal... Por que não?!... Fiz muitas palestras, programas, pregações, cantei no coro!... Convenci a muita gente, daquilo que ainda não tinha me convencido. A existência de Deus!...

Sim... não era coerente... As explicações que eu dava a respeito do Sangue do Cordeiro, me pareciam uma fantasia, difícil de explicar!... E as coisas que eu via, as injustiças “divinas”, as explorações da fé, o povo ingênuo, passando pelas experiências que eu já havia superado. Mas eu fazia muita força para ver!... Acreditar!... Tenho que acreditar!... Todos acreditam!... Por que eu não enxergo, o que todos enxergam?!... E tome dízimo, tome oferta, tome purificação!... Tome restrições ao pecado!...

Um dia, passados 12 anos, quando eu estava muito caído profissionalmente, havia perdido a minha empresa, estava doente, a família dividida, sem ter onde morar, entrei numa igreja e, muito abatido, sentei num banco e implorei em voz baixa:

-- Deus, você tem que falar comigo, o que você quer de mim, afinal? -- enquanto chorava – Por que passo pelo que estou passando? Você precisa falar comigo, me orientar na vida!... Eu estou em jejum e vou ficar em jejum, inclusive de água, até que você fale comigo ou morrerei de inanição. – E isso era pra valer!...

-- Vá buscar o Reino de Deus!... – Veio forte no meu próprio pensamento...

-- Como buscar Reino de Deus?!... – retruquei meio incrédulo -- Eu nem sei onde que é isso!... Já discutimos isso muito na igreja e não chegamos a nenhuma conclusão. Onde está o Reino de Deus?!...

-- Na natureza... – me veio o pensamento. Dei corda naquele estranho diálogo.

-- Como? Está sugerindo que eu vá para o meio do mato? Eu, um homem da cidade?!... Vou morrer mordido de cobra!... E como vou viver? Como vou escovar os meus dentes, por exemplo? – desafiei.

-- Com escova e água salgada... – disse o pensamento. Faz sentido...

-- Ah... Quer dizer que devo buscar o litoral, onde tem mar e água salgada!... Mas não é só isso!... Estou doente, de uma doença irreversível!... (Tireóide) Duas operações marcadas!...

--Não te preocupes!... Eu estarei contigo...

Esse foi o diálogo mental que eu tive nesse dia, e as respostas vieram na segunda pessoa do imperativo, como escrevi.

Saí da igreja, sem dar importância ao que havia acontecido e pensei comigo mesmo:-- Coisa da minha imaginação...

No terceiro dia, sozinho, longe da minha família, sem comer e sem beber, sentei-me à beira mar, no Flamengo, onde havia umas pedras e voltado na direção do horizonte, em estado psicológico deplorável, resmunguei em voz baixa:

-- Deus, eu vou morrer... E você não falou comigo!...

-- Mas eu já falei!... – Veio o pensamento, com bastante nitidez. E dessa vez, acreditei!...

Lembrei-me do diálogo anterior, corri para a igreja e fui agradecer a Deus. Se ao sair dela alguém me oferecesse um emprego maravilhoso, eu não aceitaria. Afinal, iria buscar o Reino de Deus a mando dele mesmo!...

Para não me estender muito, quando eu ia embora, a minha esposa apareceu e disse :-- Nós vamos com você. Não importa como. Nós vamos aonde você for.

E saímos por aí, aos trancos e barrancos, dormindo dentro de dois carros que ainda tínhamos, (Foi tudo o que restou, sendo um deles um lindo Cadillac) e acampamos no litoral por um ano com a ajuda de um auxílio doença do INSS, e por mais um ano numa ilha deserta, junto à Ilha Grande, verdadeiro paraíso. Se existe um Reino de Deus, é ali, com certeza...

Nunca mais tomei um remédio, e já fazem 20 anos. Nadava, pescava de mergulho, remava e subia em coqueiros. Para um cara que já não conseguia erguer o próprio peso numa barra, é muita coisa!... Escovava os dentes com água salgada e fiquei completamente curado da Tireóide.

A essa altura, o leitor deve estar dizendo: Afinal, de que lado você está? Você acredita ou não acredita em Deus?!...

Mas eu vou contar tudo, para que você entenda por si próprio e tire as suas conclusões.

Na ilha, havia feito um altar, com uma enorme cruz de madeira pintada de branco. Pra mim, aquela ilha era uma dádiva divina. A minha vida era dedicada a um ser sobrenatural, que falou comigo. Nada mais de ruim poderia me acontecer a partir desse momento. É o que se pressupõe, não é? Pois bem, o dono da Ilha surgiu com uma quadrilha armada, em pleno domingo, quando eu estava orando sob o altar, chutou a cruz e me botou pra fora, com a roupa do corpo. A mim, a minha mulher e duas crianças de 4 e 5 anos. Agora, a conclusão é sua...

Minha vida continuou e eu não perdi a fé. Buscava que buscava, explicações para aquilo. Dava desculpas a Deus, para essa sua resolução. Afinal, o que foi que eu fiz? E o que ele quer?!...

De lá para cá, foi só sofrimento e acabei brigando com a minha mulher por causa dos filhos e da religião e nos separamos. Vida dura, batalha dura, outros dramas ocorreram, outros “milagres” inexplicáveis ocorreram, sempre a mesma coisa: Ora coisas boas aconteciam, ora coisas inexplicáveis aos olhos de um Deus poderoso, aconteciam sem que eu entendesse.

Quatorze anos, depois desses, se passaram e eu tive o meu quinto filho, o segundo da terceira mulher.

E um dia eu conversava comigo mesmo:

Eu, de fato, não compreendo os desígnios de Deus. Difícil mesmo!... Luto com sacrifício, nada tenho de bens materiais, mas vai ver é assim mesmo... A fortuna que tenho nos meus filhos é algo incalculável. Não os trocaria por caminhões de diamantes. São saudáveis, bonitos, inteligentes e o recém nascido, mais um, perfeito como todos os demais. (Perdi um filha com 72 horas. Outros dramas, outras histórias estranhas). E eu continuava feliz, freqüentando as minhas igrejas, junto com a minha nova mulher. Participando, colaborando, contribuindo. Embora sem entender, satisfeito com a dádiva de Deus e o nosso difícil destino.

Até que recebi um recado no meu trabalho, para ligar correndo para a minha irmã. Um parente meu estava no CTI.

Era o meu segundo filho. E não estava no CTI, mas estava era no necrotério...

Essa foi a minha última decepção. Depois dessa você me diz. Devo acreditar mais em quê?

Revi toda a minha história, já na certeza de uma coisa. Deus não existe, ou se (hipoteticamente) existe é muito injusto. Então eu prefiro não considerá-lo. Mas o que existe? Pensei e pensei e finalmente desvendei todo o mistério. Entendi tudo o que aconteceu na minha vida. Agora com nitidez e transparência. Lógico!... Deus não existe!... Por isso, tudo foi como sempre foi!... Por isso, nunca entendi o que acontecia e agora, a lógica flui com naturalidade!... E aquela conversa? E aqueles milagres que eu testemunhei de mim mesmo?

Claro, existe alguma coisa!... Agora, até a história de Jesus faz sentido!... Ele tinha um espírito, claro!... Algo assim... Alguma coisa ligada a cada um de nós, individualmente. E cada um tem o seu. Cada um que acredite no seu. Aquela foto do anjo da guarda à minha cabeceira, simboliza um pouco do que acredito que exista hoje. O meu espírito!... Aquele espírito formoso e de muita luz, que eu não vejo, mas que é capaz de interferir e me ajudar e até de dialogar comigo, numa hora de desespero, que me atendeu amavelmente, quando o chamei de Deus. Capaz de me proteger, mas não de tudo, pois é limitado, tanto quanto eu sou. O meu espírito é poderoso. A minha força vem Dele, com certeza!... Muito mais do que qualquer outro que vague por aí, que eu exorcizo também, porque ainda tem o meu corpo sadio para agir, não precisa de outro. É esse que tenho que valorizar!.... Esse que tenho que entender e ouvir, no dia a dia. Esse é o que me protege de tudo que for possível, e sempre que possível, mas não do impossível. Por isso tenho que me ajudar, vivendo corretamente, com cautela e astúcia. Nada de deixar por conta de ninguém a minha existência. É nesse que eu acredito. Mas ele não é Deus!... Muito diferente. Deus,... com certeza... Não existe!


Mensagem para os Ateus

Escrita em 24/02/2002 para o fórum Religião é Veneno

Já mostrei no texto “Candelabro dos Deuses”, uma rápida história de como e porque surgiu o misticismo dos deuses. Também já debatemos aqui, o atraso de vida que é a religião, o veneno que é a religião, e sei também o quanto essa coisa está enraizada na cabeça do povo. Foi difícil esse processo para mim. Desafiar um “Deus”, não é para qualquer um. Tem que se sentir forte e convicto das suas razões, senão, treme nas bases. Ainda hoje, se não houver necessidade, não chuto uma macumba na encruzilhada. Medo? Não. Respeito? Não. Só que, na dúvida, prefiro não atrair confusão. Então, mesmo eu, desafiador das correntes do teísmo, que me rebelei pela iniciativa de um motivo mais forte, que foi a morte do meu filho crente, passei pela fase da dúvida. Pensei muito, analisei muito, vendo a coisa pelo outra face. Ser ateu não é como ter um partido político diferente. É muita responsabilidade. Pregar o ateísmo (desinteressadamente) tem que ser por motivos altruístas, tem que se expor, com a honestidade de não induzir os seus amigos, nisso incluo a minha própria família, filhos etc, a fazer uma coisa errada, que a venha a lhes trazer problemas no futuro. Como o único problema que eu detectei é a discriminação (ser ateu num país cristão é algo como não prestar), já os ensinei também as defesas naturais: - Se alguém perguntar, digam: sou católico não praticante.

O religioso fez uma lavagem cerebral tão grande que se ele ficar leproso, pelas suas convicções estará apoiado na história de Lázaro, adrede preparada. Se ele, depois de adorar a Deus por anos afio, estiver morrendo de câncer, com dores atrozes, já foi convencido de que sofre para testar a sua fé, e um paraíso o espera. Tudo já foi previsto, para que os bitolados religiosos não desacreditem. Quando a Igreja Universal recolhe os bens dos crentes, a poupança da velhinha, as jóias da viúva desesperada para arranjar um marido, já avisa antecipadamente: - Quando os seus parentes, filhos e irmãos disserem Fulana!... Você é louca?!... você diga: - Afaste-se satanás!... - é o diabo que está neles, fazendo você perder a sua fé!... Tudo isso já foi previsto e a cabeça do bobão já foi feita. É assim que funciona a religião. Por isso, é difícil você mudar a visão do mundo para uma pessoa dessas. Mas se um dia, como aconteceu comigo, você conseguir atravessar essa barreira, conseguir essa libertação do fanatismo, da ignorância, do medo, e ver com os olhos da razão, do bom senso, da lógica, você mesmo vai perceber o quão ridículo foi, por tantos anos, a ponto de se envergonhar de ter sido tão estúpido e não ter se dado conta disso antes. Chega a formar ódio dentro do seu peito. Mágoa pelo papel de bobo que te induziram a fazer. Eu duvido que um crente entre num site desses aqui e leia esse artigo. Eles nem entram. E se você for ao site deles, não pode discordar, porque eles apagam a sua mensagem. Fanático é fanático. Bitolado é bitolado. Cérebro lavado, é cérebro lavado. Entretanto, para você, pessoa culta, que numa visão mais liberal, lógica e moderna da vida, conseguiu ultrapassar essa barreira e se libertar dessa pressão social-religiosa, fica essa mensagem.

Quando eu, finalmente, me libertei dessas amarras psicológicas, e concluí pela estupidez que se assenhoreou da minha mente por tanto tempo, fiquei muito mais forte. Eu sou muito mais forte hoje. Sou mais forte do que você, que ainda é dependente de uma história da carochinha e precisa dela para viver e ser feliz. Como dependente de um vício. Eu sou muito mais leve no meu pensamento. A lógica invadiu o meu cérebro, como quem, finalmente, descobriu um segredo e chegou ao fim de um árduo trabalho de investigação. Existe uma satisfação por essa descoberta, e quanto mais o tempo passa, mais forte eu vou ficando. Vai chegar o dia em que vou dar um bico na macumba e não ficar pensando que na próxima esquina serei atropelado. Sou muito mais livre e a liberdade é uma, senão a maior, riqueza do ser humano. Liberdade física e liberdade psicológica. Devo nada a ninguém, sou dono do meu nariz, do meu destino, da minha vida. Ser feliz ou infeliz, depende exclusivamente de mim.

Talmud, Bíblia, Torá, Alcorão, Buda, tarô, benzedeira, pai de santo, é tudo farinha do mesmo saco. São religiões. São crenças tão retrógradas como Papai Noel. Para a fantasia da criança, vai bem, mas um adulto? Religiões são discriminatórias, onde cada um quer ser o dono da verdade. Desprezam os outros, procuram ridicularizar as suas crenças, como se melhores fossem. São todos obcecados, idiotas, ignorantes, fanáticos, (não estou livrando a cara de ninguém). Há 5.000 anos já existia esse tipo de bobeira e ainda hoje é a mesmíssima coisa. Vocês religiosos, precisam limpar a cabeça dessa titica de galinha, que aprenderam de HOMENS, não foi de deuses, notem bem. De homens espertos, de fanáticos metidos a moralistas e perfeitos, que pretenderam saber mais que os outros. São todos boçais, místicos e aparvalhados, como índios analfabetos (me desculpem os índios), que ainda acreditam em deus sol, demônio da tempestade, deuses da colheita e deusa das trevas, que deus tal transou com a mortal tal, que o mortal tal recebeu mensagem do deus tal enviado pelo anjo tal, um monte de baboseiras que, aos meus olhos, envergonha o ser humano por ser tão estúpido. Ufa, muito estúpido!... Não há deus nenhum, já falei isso mil vezes. NÃO HÁ DEUS NENHUM!!! Não existe, é tudo mentira!... Invencionice dos imbecis que querem aparecer. Isso, quando não têm um interesse pessoal bem maior. Vocês são homens inteligentes, que raciocinam, que têm um mínimo de instrução e cultura! Não têm personalidade? São vacas de presépio que só dizem amém? Como é que pode, não se perguntarem nunca? Não se questionarem com lucidez:- Será que eu não estou sendo um mero estúpido, como os meus antepassados foram? Que acredito em tal coisa, só porque o fulano falou?!.. Nem que esse fulano seja a própria mãe? Pensem bem. Vocês não têm nenhum prova do que estão dizendo e pregando por aí. Apenas ouviram falar. É OU NÃO É? Apenas ouviram falar e leram o que estava escrito. Quem falou? Quem escreveu? HOMENS!... HOMENS!...Metidos a deuses, que gostam de aparecer e enganar os trouxas!... Pensem!... Parem e pensem. Eu me ofereço como exemplo. Parem de ser medrosos e assumam. DEUS NÃO EXISTE!... Aqui estou escrevendo essas baboseiras para uma meia dúzia ler. Pelo menos sejam lúcidos. Sejam inteligentes!... Não acreditem, só porque ouviram falar. Tem muita gente que ganha a vida e outros ficam ricos, às custas dos bobos que acreditam em tudo o que eles falam. São imensas catedrais cobertas de ouro, sinagogas imponentes, mesquitas luxuosa, templos monumentais e o povo pobre pagando o custo. Tudo isso, por quê? Querem ostentar mais, querem ser maiores, mostrar que a religião deles é a mais rica, deu mais frutos, é melhor, que o deus de cada um é mais poderoso, esquecendo-se dos miseráveis que esmolam às suas portas. Contestem!... Pesquisem e parem de brigar por tamanha idiotice. Religião é um atraso de vida. É um atraso para o ser humano. Só causa desavenças, discussões, brigas. No fim todo mundo está errado, como sempre foi através dos séculos. Sorriem para disfarçar a cara de bobo. Foram enganados e agora enganam sem questionar.

Este fórum está de parabéns. É a luta pela lucidez. Fazer o nosso povo abrir os olhos, acabar com esse misticismo e essa exploração da mente, da boa fé e enxergar a vida de frente. É um grande objetivo. O ser humano não precisa de religião. É um erro, pensar que religião, o medo de um deus que castiga, define o caráter do homem. Existem as leis para isso e o amor pelo seu próximo, independe de você acreditar em alma de outro mundo ou não. A paz não está relacionada à nenhuma crença, muito pelo contrário. A guerra sim!... Ainda bem que VOCÊS não fazem mais sacrifícios humanos para agradar ao Deus Trovão. P que P!...
 

 


 


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