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Equilíbrio

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Como diferenciar o limite entre as minhas responsabilidades e as do outro?

 

Não acreditamos que o outro tenha capacidade para resolver seus próprios problemas e, assim, sentimo-nos na obrigação de resolvê-los.

 

Sobrecarregamos pesos inúteis, desnecessários e não percebemos que cada um de nós precisa aprender a acionar sua força interior, seus dons e talentos.

O ser humano só adquire autonomia através das descobertas íntimas.

 

Portanto, torna-se imprescindível refletirmos sobre nossos relacionamentos e as atitudes repetitivas que, ao invés de ajudarem o outro, impedem seu crescimento.

 

Uma atitude de profundo respeito e amor é acreditar na capacidade do outro, incentivando-o e encorajando-o a romper laços de dependência.

 

Nosso amor, muitas vezes, SUFOCA com as mais sinceras e boas intenções, quando o mais proveitoso seria darmos “asas” ao outro, liberdade para escolher, avançar, conquistar...
ou até errar, cair, aprender, levantar!

 

Às vezes, simplesmente ouvir sem críticas nem julgamentos pode ser um ato de acolher e encorajar, para que o outro organize suas ideias e tranquilize o coração.

 

Quando não reconhecemos e não demarcarmos esse território, sentimo-nos muitas vezes injustiçados quando o outro não reconhece o nosso sentimento de entrega e doação.

 

E aí vêm as cobranças, as mágoas, as tristezas...

 

Convém também interiorizar-se para saber se realmente é “doação” ou um modo de “comprar amor e atenção”!

 

Acredito que um problema que esbarra na maioria das pessoas é erradamente associar o não ajudar ao egoísmo.

 

Para que isso não aconteça e não crie dúvidas em sua cabeça, experimente da próxima vez que estiver numa situação daquelas que você já sabe - “o fim do filme” - se aquietar alguns instantes, confiar no seu bom senso e ASSUMIR a escolha do SIM ou a escolha do NÃO.

 

Para que isso não aconteça e não crie dúvidas em sua cabeça, experimente da próxima vez que estiver numa situação daquelas que você já sabe
- “o fim do filme” - se aquietar alguns instantes, confiar no seu bom senso e ASSUMIR a escolha do SIM ou a escolha do NÃO.

 

Assim: "Agora, sou EU em primeiro lugar.

 

Vou dizer não e não terei remorsos nem sentirei que fui egoísta".

 

E quando sentir que deve ajudar, amparar, auxiliar...
dê com amor e esqueça que o deu!

 

Comprometa-se a não se magoar, não se arrepender.

 

Se ainda persistir a dúvida, pergunte ao seu “CORAÇÃO...
ele não se engana!

 

Só assim você não se sentirá injustiçado quando der e não for reconhecido e nem se sentirá egoísta quando optar por SI MESMO.

 

Nossos atos de bondade e verdade serão reconhecidos e retribuídos pela VIDA e dificilmente por aqueles a quem ajudamos...

 

 


 

 


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